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Um sopro de vida / Clarice Lispector.

Por: Idioma del resumen: Español Editor: Rio de Janeiro : Rocco, 1999Descripción: 159 página ; 21 cmTipo de contenido:
Tipo de medio:
Tipo de soporte:
ISBN:
  • 9788532509482
Tema(s): Clasificación CDD:
  • 869.8992 22
Contenidos:
O sonho acordado e que e a realidade. -- Como tornar tudo um sonho acordado?. -- Livro de Ángela.
Resumen: Quando a escritora Clarice Lispector terminou 'Um Sopro de Vida' (Pulsações), às vésperas de sua morte, por câncer, em 1977, sabia que este seria o seu livro definitivo. O livro era de fato o sopro de vida de Clarice, que precisava escrever para se sentir viva. Na história, ela fala de um homem aflito que criou uma personagem, Angela Pralini, seu alter-ego. Mas ora ele não se reconhecia em Angela, porque ela era o seu avesso, ora odiava visceralmente o que via refletido naquela estranha personagem-espelho. O autor elabora Angela Pralini, mas ela toma vida própria, surpreendendo e revoltando seu criador com suas diferenças. Um processo de criação, uma relação em que Clarice Lispector revela os conflitos de um autor com seus próprios impulsos e o quanto é doloroso aceitá-los e deixá-los fluir. Ainda que estes impulsos se realizem através de uma personagem, Angela Pralini, criada para libertar o autor de seus fantasmas, cumpre o destino de ser o sopro de vida de um escritor.
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Existencias
Tipo de ítem Biblioteca actual Signatura topográfica Copia número Estado Código de barras
Libro Libro Seminario Conciliar General 869.8992 L476s Por (Navegar estantería(Abre debajo)) Ej.1 Disponible 91012390

O sonho acordado e que e a realidade. -- Como tornar tudo um sonho acordado?. -- Livro de Ángela.

Quando a escritora Clarice Lispector terminou 'Um Sopro de Vida' (Pulsações), às vésperas de sua morte, por câncer, em 1977, sabia que este seria o seu livro definitivo. O livro era de fato o sopro de vida de Clarice, que precisava escrever para se sentir viva. Na história, ela fala de um homem aflito que criou uma personagem, Angela Pralini, seu alter-ego. Mas ora ele não se reconhecia em Angela, porque ela era o seu avesso, ora odiava visceralmente o que via refletido naquela estranha personagem-espelho.

O autor elabora Angela Pralini, mas ela toma vida própria, surpreendendo e revoltando seu criador com suas diferenças. Um processo de criação, uma relação em que Clarice Lispector revela os conflitos de um autor com seus próprios impulsos e o quanto é doloroso aceitá-los e deixá-los fluir. Ainda que estes impulsos se realizem através de uma personagem, Angela Pralini, criada para libertar o autor de seus fantasmas, cumpre o destino de ser o sopro de vida de um escritor.

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